Uma escolha cosmopolita como estilo de vida

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Há alguns anos, quando eu pensava em viajar o mundo para ter uma formação plural em termos culturais, tradições, costumes e todas as influências que uma pessoa é submetida ao se aventurar em outros países, imaginava as atribulações e burocracias comuns nessa empreitada mas, pensando pelo lado da aventura e autonomia nas decisões me perguntava sempre, porque não?

A boa notícia é que este projeto jamais foi engavetado e tão pouco esquecido, mesmo com a implacável passagem do tempo não impedirá que um planejamento bem elaborado viabilize este ato de ir com um roteiro indefinido, apenas aproveitar e rejuvenescer a alma.

O mundo continua sendo um lugar fascinante, apesar das sérias perturbações sociais, políticas e climáticas contudo, quando nos lançamos em seus caminhos na intenção em cunhar uma identidade cosmopolita, temos em mente o objetivo em desfrutar dos pontos pitorescos, belezas naturais, praticar o desapego e sociabilizar bastante.

Aliás, para mim é o ponto focal de qualquer viagem, imergir profundamente na história do lugar onde as narrativas locais enriquecerão a jornada permitindo-nos sonhar e aguçar a imaginação.

Esta interação aos costumes quando estamos em lugares diferentes em outros continentes, transforma nossa maneira de pensar e nos torna mais abertos e empáticos, refinando os relacionamentos e facilitando a adaptação sob qualquer circunstância.

Uma vez mais a mudança fazendo-se percebida sem a necessidade de pertencimento a determinado lugar, apenas atuar como explorador e expectador, sempre respeitando a região e suas tradições.

Uma característica bastante peculiar e marcante é a absorção do conhecimento, a curiosidade em aprender continuamente e mesclar a cultura local com a nossa, criando algo totalmente inusitado e híbrido nesse caso, a vida pode se tornar mais leve e fluída.

Em experiências únicas como estas, devemos também ter cuidado quanto a nossa integridade física e psicológica pois, como citado anteriormente, todos os lugares, independente da sua classificação de segurança e bem estar, abrigam perigos escondidos onde menos se esperam que existam portanto, checar informações que estão disponíveis sob diversas formas de consulta confiáveis atualmente, é mandatório e recomendável.

Embora viajar não seja algo que possa ser realizado por qualquer pessoa, uma vez que vivemos num mundo repleto de desigualdades onde, infelizmente, nem todos dispõem de condições igualitárias para tal, ainda é um ato fundamental para o desenvolvimento pessoal, a saúde mental e a expansão dos horizontes geográficos e, fundamentalmente, ajuda-nos a colecionar memórias e vivências e não apenas acumular coisas.

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