O “achismo” é um erro fatal em qualquer operação de negócios. Em reuniões decisivas, a voz mais alta não deve ser a do cargo mais alto (o conhecido HIPPO – Highest Paid Person’s Opinion), mas sim da pessoa que expressa sua opinião baseada em dados significativos.
A estratégia da empresa não pode se basear na intuição de ninguém; do contrário, em vez de um plano, você estará fazendo uma aposta.
Ser orientado por dados não se limita a ter uma apresentação visualmente atraente em uma ferramenta. Trata-se de uma transformação cultural na qual a intuição é considerada uma hipótese, e não uma conclusão.
Empresas que conseguem escalar de forma consistente trocaram o “palpite” por experimentos controlados e evidências estatísticas verificadas.
Elas compreenderam que a complexidade do mercado não pode ser decifrada apenas pelo instinto e pela percepção interna, já que há um alto risco de decisões tendenciosas.
As evidências apresentam algo que nenhuma opinião jamais oferecerá: constância na reprodução. Quando pautamos uma decisão em dados, somos capazes de rastrear o porquê do sucesso (ou do fracasso) e repetir o processo.
A opinião torna-se ineficaz; a evidência se solidifica e torna-se patrimônio intelectual da companhia e da equipe que desenvolveu e validou o experimento. O foco deve sair da esfera do “quem está certo” para “o que os fatos determinam”.
Atualmente, a intuição pode ser considerada um bom início, mas apenas a evidência deve decidir se poderemos seguir em frente e continuar no jogo.
Quando optamos por previsibilidade e lucro, paramos de perguntar o que as pessoas acham e começamos a perguntar o que os dados provam.
Sua empresa já abandonou a cultura do palpite ou o “eu acho” ainda dita o ritmo das reuniões?
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