
Uma coisa que decididamente podemos afirmar é que a vida não é linear e, a cada curva sinuosa que nos deparamos em nossa breve jornada neste plano, aprendemos e vivenciamos diversas coisas, não é mesmo?
Contudo, nada se compara à magia e ao encanto da escrita; para muitos, uma barreira intransponível, enquanto outros têm a ousadia de transformar imaginação em arte, seja no papel, grafite, digital ou qualquer superfície onde as palavras façam sentido e cativem a atenção das pessoas.
Tudo bem, mesmo que seja somente uma, já seria um grande diferencial; entretanto, melhor seria se a semente germinasse e um novo escritor/leitor propagasse, onde fosse, sua arte preconizada num trajeto sem fim, mas com o objetivo de traduzir os seus pensamentos, tornando-os reais por meio da arte da escrita à mão.
“Procura o que escrever, não como escrever.”
Sêneca
A própria história milenar da humanidade, ora contada em prosa e verso, ora descrita em ilustrações e simbologias, revela um ponto de convergência comum: alguém, em algum momento, foi um escritor protagonista e registrou fatos que eternizaram e, de alguma forma, influenciaram outros a criar este hábito saudável e inebriante.
As mudanças impostas pelo advento da tecnologia, que moldou a maneira como vivemos e nos relacionamos, vêm contribuindo para que a escrita assuma um papel de destaque; basta dar uma olhada nas redes sociais e constatar a miríade de dados gerados somente com texto, despertando inconscientemente o escritor(a) que existe em cada um de nós.
Salve a escrita!
Valeu, Matheus de Souza, pela provocação do desafio 21 dias de escrita!!!
