
Uma vida que vale a pena ser vivida com entusiasmo e a felicidade estampada no rosto, contagiando e inspirando as pessoas a extraírem o seu melhor, deve considerar a realização de uma viagem para ampliar os horizontes geográficos e construir relacionamentos saudáveis para evoluirmos socialmente, mesmo que, para isso, tenhamos que nos privar de prazeres momentâneos para o atingimento deste objetivo.
Contudo, sabemos que existem realidades econômicas diferentes, mas sempre há um meio.
Foi com esse pensamento que embarcamos numa trip doméstica da cidade de Luís Eduardo Magalhães, Bahia, com destino à ilha de Itaparica, também na Bahia, com suas praias paradisíacas e a fonte de água mineral da bica, um lugar que estava em meu roteiro de viagens e foi muito festejado, porque é assim que devemos tratar nossas conquistas, não importa o tamanho e a importância delas.
Nos reunimos no ponto combinado para aguardar o ônibus da excursão, com a saída prevista para às 22h00. Muita alegria e conversas dos mais variados assuntos marcavam este dia. Estava com minha família, minhas meninas eram pequenas e a mãe delas e eu nos encarregamos da atenção necessária.
Embarcamos e seguimos viagem rumo ao nosso destino, sem pressa, contudo, radiantes e na expectativa da chegada.
Durante a viagem, as paisagens características que nos deparamos nos diversos municípios que antecedem a chegada contam um pouco a história da Chapada Diamantina e cidades circunvizinhas com a sua diversidade e belezas inigualáveis.

Ao desembarcarmos, ficamos hospedados num hotel próximo à praia de Armação do Tairu, trocamos de roupa e fomos conferir as águas da Baía de Todos os Santos porque ainda era dia. Como rolava uma ondulação, diverti-me de bodysurf até anoitecer.
Passeamos bastante pela orla, registramos fotos da natureza e da hospitalidade do povo local e fizemos algumas amizades. Joguei futebol de areia com a galera da praia e até recebi um convite para jogar uma partida valendo. Mais uma vez o esporte integrando e aproximando as pessoas.
As meninas, a mãe delas e eu nos divertimos muito nestes dias; foram momentos inesquecíveis. É claro que a visita ao Pelourinho não poderia ficar de fora do roadmap; assim, pegamos o ferry boat e atravessamos com destino a Salvador.
Realmente “o pelô” é mágico com a sua efervescente vida 24 horas ininterruptas, seu colorido vibrante, arquitetura colonial, culinária típica e uma malemolência jamais vista. Foram muitas fotos e souvenirs para eternizar aqueles momentos.
Retornamos à ilha e ficamos mais um dia antes do regresso para casa, e lá vamos nós, prestes a termos mais sessões de descobertas e troca de conhecimentos; o aprendizado é tremendo nestas circunstâncias, uma chance única de compartilhar insights com os cenários magníficos ao redor.
Nos despedimos e embarcamos, mais uma vez sem pressa, curtindo a viagem, apenas contemplando os dias únicos que desfrutamos e se eternizaram em nossa memória.
Um relato cheio de sentimentos, graça e a certeza de que uma viagem, além do lazer implícito, é uma forma de desenvolvimento pessoal incomparável, o que reforça a máxima: “Colecione experiências, não coisas!”
Valeu, Matheus de Souza, pela provocação do desafio 21 dias de escrita!!!
#DesafioDoMatheus #escritacriativa
