Dia 15: quando a tarefa dispensável é necessária

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A vida de alguém que optou pela liberdade da solitude é uma vida diferente, em que a quietude dos pensamentos e a atmosfera silenciosa da privacidade aguçam o foco e a clareza nas ações. Funciona para mim, gosto deste estilo de vida, embora não dispense, de forma alguma, o prazer único de uma agradável companhia.

Bem, nem tudo é um voo em céu de brigadeiro. Gosto das coisas em ordem, sou adepto do minimalismo, porém, quando se trata de limpar a casa, decididamente, não fico nem um pouco satisfeito.

Faço porque tenho que fazer, pois contratar uma pessoa para esta finalidade é dispendioso e, nesse caso, doo meu precioso tempo com ressalvas.

Eu procuro sempre ter uma atitude otimista e procurar extrair o melhor de cada situação, transformando insatisfação em solução; neste caso, improviso com um fone, seja estudando idiomas, uma música ou um podcast de algum assunto ligado aos meus interesses.

O motivo para odiar esta tarefa é pessoal e intransferível. Gosto de aproveitar o meu tempo na terra para realizar coisas que agreguem valor a alguém ou a um projeto, estudar ativamente, ler e produzir conteúdo, meditar, cozinhar, fazer exercícios físicos, pedalar, viajar, ouvir música e etc.

Mais uma vez reitero que não há nada de errado em destinar um tempo à tarefa de varrer a casa, não é apropriado blasfemar por isso; pode ser até que a ojeriza passe um dia, contudo, prefiro investir minhas horas em outras causas mais relevantes, com as quais me identifico. E definitivamente, esta não é uma delas!

Valeu, Matheus de Souza, pela provocação do desafio 21 dias de escrita!!!
#DesafioDoMatheus #escritacriativa

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